Reflexões Femininas

Entrevista com Sir. Ares: A Obra de Nessahan Alita

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Fraternas, para conhecermos um pouco sobre a obra do polêmico pensador Nessahan Alita publicamos esta entrevista gentilmente concedida por Sir. Ares (pseudônimo), nascido na Bahia e dono da comunidade do Orkut Nessahan Alita. Acreditamos que seus esclarecimentos possam beneficiar tanto as mulheres como os homens que preferem as verdades do que as ilusões e, assim, poderem lidar melhor consigo, com os outros e com suas circunstancias em geral.

Espero que gostem da entrevista e que também lhes seja útil nos relacionamentos com os homens e no bem lidar com suas filhas e filhos.

 

O Sir. Ares:

 

SZ: Quais são as comunidades do Orkut e blog que é dono e/ou moderador?

Sir. Ares: Nessahan Alita – http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=48505910 (Comunidade destinada à difusão, discussão e aprimoramento dos conhecimentos apresentados nas obras de Nessahan Alita. – descrição da própria comunidade e acredito ser autoexplicativa.) Proprietário.

Comprometida? Prefiro solteira- http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=46608130 (Em resumo: conscientizar os homens de que se relacionar com mulheres comprometidas provocam 2 erros. O primeiro: alimentar o ego de uma mulher que possui uma relação – no sentido de estável e; expor o homem ao risco de se prejudicar emocionalmente/fisicamente.) Proprietário.

Sabedoria Masculina – http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=50150777 (Em resumo: disponibilizar, principalmente, conteúdos que auxiliem os homens na sua consciência sobre relacionamentos entre as mulheres – como lidar, como proceder, como conduzir – além é claro, de sugestões temáticas que se relacionem com o conteúdo principal.) Proprietário.

Nessahan Salvou a Minha Vida – http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=83078957 (Comunidade que surgiu como um “ato simbólico” para homenagear/reconhecer os que aprenderam e se utilizaram dos conhecimentos gerados por Alita.) Coproprietário e Moderador.

Obs.: Preferi resumi, mas, o que expus acima são mais atuais e o meu foco hoje.

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SZ: Como foi sua educação familiar e religiosa?

Sir. Ares: Educação familiar: com liberdade, porém, com muita instrução e conscientização. Sempre fui incentivado a ler, criar meu conhecimento e senso crítico. Também já fui incentivado a conversar sobre meus problemas. Entretanto, nem sempre me sentia a vontade para me abrir e pedir ajuda. Confesso que possuo um pouco de orgulho, então, prefiro ir atrás da solução dos meus problemas sozinho. Isto é claro, geralmente. A autossuficiência pra mim é algo ilusório – interpreto autossuficiência aqui, no sentido rigoroso da palavra.

Educação religiosa: Outrossim, como a educação familiar; com liberdade. Não sigo uma religião precisamente. Acredito num Deus criador, sou teísta e pra mim, até então, basta. Costumo dizer que a minha “religião” é a filosofia e o autoconhecimento.

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SZ: Quais são suas posições politicas-filosóficas?

Sir. Ares: Sempre objetivei enxergar um mundo mais humanitário/igualitário e isto se envolve pela política. Entretanto é difícil, se não impossível concretizar isso. Confesso inclusive, que viver dessa forma seria complicado, já que estamos habituados e educados a fazermos o nosso – parece justo; afinal, é fazer por onde para alcançarmos algo. Porém, fico sempre com uma dúvida: e os que não tiveram de jeito algum uma oportunidade? Mas, assim como religião, a política será sempre um assunto delicado e com lacunas nunca preenchidas. Enfatizo, por outro lado, que tenho desgosto por quem ignora a política. Afinal, muito do que os políticos (de um modo geral) fazem de ruim é por nossa ignorância, indiferença e inércia.

Na filosofia, gosto de diversas temáticas e autores. Cito como exemplos de personalidades: Aristóteles, Olavo de Carvalho, Confúcio, René Descartes, Epícuro, Ludwig Feuerbach, Thomas Hobbes, John Locke, Lao Tsé, Michel de Montaigne, Pitágoras, Platão, Sócrates, Benedito Espinoza, Schopenhauer, Nietzsche e Immanuel Kant.

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SZ: Como se define?

Sir. Ares: Homem: um jovem que amadurece com rapidez, muita consciência, que busca a estabilidade e ser independente em todos os aspectos possíveis.

Cidadão: Possuo boas reflexões sobre assuntos comuns à sociedade, mas acredito que exponho pouco. Preciso desenvolver ou me envolver em mais atividades.

Ser humano: Reconheço o que aprendi, mas permaneço com a máxima do “sei que nada sei” para continuar com evolução no intuito de me fortificar e interagir com a melhor eficácia no meio em que vivo.

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Sua atuação nos espaços virtuais relacionados as questões masculinas:

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SZ: Por que adotou pseudônimo em sua atuação nos espaços virtuais ligados as questões masculinas?

Sir. Ares: Em primeiro lugar, nunca gostei de me expor no ambiente virtual. Não possuo conta “real” no Orkut, facebook, etc. E, os assuntos que são tratados pelos ambientes que meu perfil “Sir Ares” participa, são de natureza violenta – no sentido de ocorrer fortes embates. Se, numa discussão frente-a-frente (que pra mim é a melhor no sentido de eficiência) já é difícil de sermos compreendidos, quem dirá virtualmente. Enfim, não vejo importância para me expor; de valor mesmo, é o conhecimento fornecido pelas ideias e discussões apresentadas.

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SZ: O que o motivou a participar dos espaços virtuais ligados as questões masculinas?

Sir. Ares: De fato, foi o conselho de meu primo para pesquisar as obras de Alita. Quando iniciei minha busca pelas obras em sites de busca, procurei também espaços organizados que pudessem discutir os temas, foi aí que arrisquei no Orkut.

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SZ: Como vem sendo sua trajetória nele e quais são seus planos futuros?

Sir. Ares: Pequeno histórico: A primeira comunidade que tive acesso: O lado obscuro das mulheres – optei por ela pelo maior número de integrantes. Pensei: “esta deve produzir alguma coisa”. Através dela, eu pude esclarecer minhas interpretações e ajudar outros no mesmo sentido, sempre com o objetivo de retirar preconceitos, injúrias e miopia sobre as obras. Posteriormente, entrei na comunidade “Desenvolvimento Masculino” onde, em minha opinião, pude encontrar pessoas ainda mais esclarecidas e que também discutiam de assuntos diversos (inúmeras temáticas) a assuntos específicos sobre as obras de Nessahan.

Vivências: Nas primeiras comunidades eu fui bem aceito. Sempre procurei discutir e defender minhas opiniões, com a máxima clareza e coerência. Conheci e me tornei amigo de pessoas notáveis por lá, como o antigo “Luttinem”, “Silvio Koerich”, “Prof. Gilmar”, “Dohko de Libra”, “Ruslan Queiroz”, “Boss DJ” (quem me concedeu a comunidade Nessahan Alita). Além disso, pude construir laços de amizade com “Steve McQueen”, “孫武” e “Ace Portgas D.”. Conheci mulheres que considero esclarecidas, que apreciam e compartilham minhas ideias, entretanto, sem perderem suas personalidades e convicções.

Planos Futuros: Conceder a comunidade a alguém e me desvincular do Orkut. Já disse muita coisa… vejo assuntos redundantes ou assuntos que ressurgem. Não sou contra, mas, gosto de dar continuidade e conquistar novos horizontes. Mas isto é incerto ainda, quando fizer estarei mais que convencido.

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SZ: Quais são seus referenciais sobre as questões masculinas em geral?

Sir. Ares: Restrinjo-me a mencionar apenas, o Nessahan Alita.

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Sobre a vida e obra de Nessahan Alita – segundo Sir. Ares:

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SZ: Poderia nos esclarecer quem é Nessahan Alita e o que você pensa sobre ele?

Sir. Ares: Nessahan Alita é o pseudônimo de um homem que muitos dizem se chamar Cleber Monteiro Muniz que possui outras obras com assuntos diversos. Parece que já superou o ensino superior. Alguns disseram que ele já frequentou o Orkut (rede social) mas que ficou por pouco tempo. Acredito até que tenha visto alguns post’s dele. Em fotos pela internet, parece que ele tem cabelos longos, é pardo e deve ter por volta dos 40 anos. Isto é o pouco que sei!

Para mim, Nessahan Alita (assim eu prefiro chamar) é um homem que escreveu 5 obras que apresentam conhecimentos, principalmente, da psicologia e da filosofia nas relações pessoais. Elas possuem interpretações e reflexões embasadas em pensadores renomados, com assuntos sobre: os efeitos dos sentimentos, do autocontrole, da “destruição do ego” e; da capacidade de liderar, conduzir e ser justo com as pessoas que fazem parte do dia-a-dia de seus leitores (homens). Foi feito para os homens? Na opinião dele, a sociedade contemporânea – refiro-me sempre em linhas gerais – tem demonstrado uma visão que “protege” as mulheres em diversos campos. Um deles, a psicologia – com livros de autoajuda nas relações homem X mulher. E neste quesito, os homens costumam ser mais fracos ou ignorantes (no sentido de desconhecer) para poder se defender e até mesmo, perceber os “jogos” da interação com as mulheres “espertinhas” (me reservo aqui de definir o que significa. O termo é muito bem detalhado nos livros de Alita).

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SZ: Poderia nos listar as obras de Nessahan Alita e fazer seus comentários pessoais sobre elas?

Sir. Ares: Das que conheço: Como Lidar com Mulheres – para mim a obra mais importante. Pois foi a primeira que tive contato e que possuí a elucidação mais abrangente.

A Guerra da Paixão – o nome é autoexplicativo. Como adição, digo que foca na paixão e como as mulheres costumam agir/reagir/pensar. Diria que este assunto é o que mais causa impactos negativos quando um homem desconhece seus “efeitos colaterais”.

O Magnetismo nas Relações Sociais – Esta obra trata da manipulação que ocorre pelas pessoas em nossa sociedade, mostrando como elas conseguem manipular os demais. Este e-book foi inspirado em um livro, que serviu de base para as reflexões de N.A. sobre o assunto.

O Profano Feminino – Este e-book conduz a um entendimento de como e porquê a mulher utiliza da inteligência emocional para fins egoístas; ela exige muito do homem e o retribui de forma pouco significante.

Reflexões Masculinas – Um e-book que apresenta outros pontos que o autor acredita ter deixado de explicar ou, que tenha explicado pouco nas obras anteriores.

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SZ: Como e quando tomou ciência e leu as obras de Nessahan Alita, e quais foram suas impressões iniciais ao ler tais escritos?

Sir. Ares: Tomei ciência dos livros de N.A. por indicação de um primo – um irmão para mim. A primeira impressão foi como um “soco na mente”! No início, senti raiva daquela situação; é como se todas as mulheres quisessem se aproveitar dos homens. Depois, eu percebi que muito dos erros eram cometidos por nós mesmos e que, muito poderia ser evitado ou combatido, quando se entendia os ensinamentos dele. A mulher não é uma vilã, assim como também não é um anjo… nós (homens) que costumamos ser muito entregues ou inocentes ao ponto de beatificá-las.

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SZ: Atualmente qual é a importância dos escritos de N. Alita para você?

Sir. Ares: A importância está na naturalidade de enxergamos as mulheres e na prudência de nos relacionarmos com todos em geral. E para isso, devemos nos conhecer, combater nossos defeitos, falhas. Devemos também, conhecer muito bem quem nos rodeia, principalmente pelas atitudes e comportamento. Aprendi que precisamos ser mais racionais, justos e desapegados.

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SZ: Em sua opinião quais são os pré-requisitos básicos para a leitura das obras de Nessahan Alita e seus melhores interpretes e críticos?

Sir. Ares: Os requisitos são paciência pelas descobertas e evitar demonstrar tais conhecimentos. Caso, pela leitura, tenha percebido que cometeu atos inapropriados… que seja, passou! Trate de se reeducar, filtrar o que leu e procurar ser compreensivo – sem deixar, é claro, de se defender nas situações necessárias.

Os melhores intérpretes e críticos? Aqueles que aprenderam a LIDAR com as mulheres sendo inflexíveis, para serem justos. Nenhum deles apresenta aversão ou ódio pelas fêmeas! Para quem pensa ainda que ter raiva é ser indiferente, comete um grave equívoco. Não passa de um sentimento que pode cegar, assim como a paixão.

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SZ: Em sua percepção, qual é o perfil básico dos leitores Nessahan Alita?

Sir. Ares: Os esclarecidos: possuem paz de espírito; sentem-se à vontade para entrar, conduzir e sair de relações com as pessoas (principalmente com as mulheres). Procuram agir da melhor forma, com uma conduta justa. São desapegados e agem com mais segurança, sem colocar pessoas nos pedestais. O autoconhecimento, o autocontrole, o senso de justiça, o autor respeito, o respeito ao próximo e a independência, definem muito bem tais leitores.

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SZ: Quais foram as repercussões da obra de Alita diretas ou indiretas?

Sir. Ares: A repercussão eu só vejo no mundo virtual. Apesar de muitos exporem suas fotos, suas vidas pessoais, eu só acompanho as conversas pelas redes sociais, sites, blogs. Muita gente prefere o anonimato, afinal, a primeira impressão da leitura é a de revolta e de uma visão “machista”. Um termo que é mal visto por ser, infelizmente, mal interpretado. Todos mostram surpresa; muitos, uma angústia para expor suas opiniões… a grande maioria sente-se “liberta” quando percebe a clara associação entre suas vidas com o que N.A. expõe.

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SZ: Em sua opinião houve algum aprimoramento ou desvirtuação da obra de Alita por seus leitores no mundo virtual?

Sir. Ares: Sempre há as duas coisas.

Livros, filmes, obras ou qualquer representação de conhecimento, de ideias, causa impactos. A desvirtuação não é incomum. Vemos isso na bíblia, em obras consagradas… enfim, sempre iremos perceber interpretações semelhantes ou divergentes por mais que o autor procure ser bem detalhista e justifique suas intenções. Digo que Nessahan, em minha opinião, reforçou e muito seus objetivos com as obras. Ele não queria formar grupos, seguidores, tampouco queria que concordassem com ele em tudo. Entretanto, ele era também, muito cuidadoso para justificar suas ideias. Talvez pelo pouco tempo que suas obras têm (menos de 10 anos) e por seu esforço em se fazer compreendido, a maior parte aprova seus escritos. Além disso, suas obras são diferentes, se nos atentarmos com o que vemos no mercado. Muitos livros são de autoajudas, superficiais ou, atendem ao público feminino.

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SZ: Na sua visão a obra de Nessahan Alita têm conteúdo misógino ou misândrico?

Sir. Ares: De jeito nenhum! Não mesmo! Nessahan Alita, principalmente em sua primeira obra, apresenta um lado que muitos homens não enxergam ou acham que não existem nas mulheres. Falando assim, parece até que existe “um lado bem definido e absurdo”. Todavia, é apenas um jeito de explicar que todo ser humano pode possuir intenções prejudicais ao outro. Para quem ainda acha que isso é absurdo, veja a bíblia; ela apresenta o conhecimento sobre o bem e o mal. Na filosofia chinesa, nós conhecemos o “yin-yang”. E todos, completamente todos os seres humanos, sabem que os próprios pensamentos não visam um só lado. Qualquer um pode ser bom ou ruim. Para isso existe a consciência, o livre arbítrio e suas consequências.

Muitos homens enxergam nas mulheres (companheiras) como se fossem angelicais; muitos se apaixonam cegamente. Muitos ainda pensam que estão ao lado de suas mães. Isto sim é um absurdo!

Quantas mulheres dizem que homens não prestam? Quantas dizem que todos os homens são cafajestes? Nem isso N.A. se presta a ensinar: a sacanearmos com as fêmeas; ele nos ensina a nos defendermos, diferente! Agora, se as pessoas não gostam da verdade ou, alguns homens não querem encarar suas mulheres como tais, ao ponto de se comportarem como imbecis ou “filhos” delas… paciência! O livre arbítrio é para todos… mas como disse, devem assumir as consequências.

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SZ: Qual seria a importância com seus benefícios e/ou malefícios da obra de Alita para mulheres?

Sir. Ares: Os benefícios para elas: Terão Homens de verdade. Homens que assumem suas responsabilidades, que têm identidade, que são realistas e sabem conduzi-las. Não são elas que falam de encontrarem homens com personalidade, com atitude?! Elas, caso leiam e percebam – no sentido de assumir que possuem o “lado obscuro” – poderão ter consciência de que muitos homens as amam e não “jogam” ou tampouco, são “cafajestes”. Elas deveriam ajudá-los a amadurecer; assim como muitos homens fazem com suas parceiras, quando as mesmas agem com insegurança e instabilidade.

Malefícios? Para as mulheres que querem manipular, sentirem-se por cima… quebrarão a cara! Os homens que leem as obras, possuem uma visão mais realista e agem com mais firmeza.

E para os homens que não suportam a consciência de terem errado, de serem (parcialmente) responsáveis por algumas atitudes que aconteceram nas relações com elas, acharão que todas não prestam, se sentirão frustrados, ficarão na masturbação e/ou misoginia.

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SZ: Além das orientações e advertências quanto ao lado obscuro das mulheres Nessahan Alita deixou em sua obra mais orientações e advertências sobre as mulheres aos seus leitores?

Sir. Ares: Não. Porque ele quis alertar este lado delas. Inúmeros livros falam do “lado positivo”. Entretanto, ele deixou orientações para os homens agirem também nos meios sociais. Explicou como o homem deve amadurecer, encarar certas circunstâncias da vida. Enfim, ele não prega uma visão de “perseguição” para com as mulheres. Ele fala sim delas, mas também, de como os homens devem perceber os obstáculos e “seguir em frente” nos mais diversos aspectos.

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Conselhos e orientações aos jovens e palavras às mulheres:

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SZ: Ares, lhe agradeço pela generosidade em compartilhar seus conhecimentos e análises nesta entrevista. Saiba que este simplório espaço virtual sempre estará a sua disposição para o beneficio da boa qualidade de vida dos homens e por efeito das mulheres também.

Sir. Ares: Confesso que nunca fiz questão das obras dele serem espalhadas de forma desmedida. Por outro lado, sei que a causa é nobre; por isso, sentir-me satisfeito em ajudar.

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SZ: Para finalizar, quais seriam seus conselhos e orientações aos jovens e adolescentes que aspiram êxito na leitura da obra de Nessahan Alita? E também poderia dirigir suas palavras às mulheres que por ventura lerem esta entrevista?

Sir. Ares: Aos jovens: não pensem que todas querem sacanear a vida de vocês. A vida de cada pessoa é feita de vivências – felicidades, surpresas, tristezas… conselhos, enfim… Muitas mulheres foram educadas a acreditar que o “homem não presta”. Então, pra ser homem, ele não deve prestar – tudo bem, isso é uma interpretação que parece ridícula, mas fica no subconsciente delas. Mas, muitos homens também fazem as mulheres sofrerem.

Leiam as obras dele com muita calma; não encarem ao pé da letra – leiam e interpretem! Não conversem a respeito com pessoas próximas; não espalhem algo que você não saberá argumentar ou tampouco, se defender. Falar sobre o assunto é tão delicado quanto: política, religião, times de futebol, gostos pessoais e outras coisas. Seu objetivo não é “dizer que sabe”. Seu objetivo é conhecer melhor as mulheres e amadurecerem quanto homens para si mesmos, e para a sociedade. Serem mais frios (não significa ser grosso, mas sim, calmo, racional). O objetivo de vocês é se desenvolverem, se relacionarem com saúde e agirem com justiça. É isto que os aconselho!

Para as mulheres (sensatas): que aprendam a assumirem os erros de vocês, que respeitem os homens que possuem. Igualar-se em atitudes negativas, não lhes fazem melhores. Assim como vocês creem com facilidade que todos os homens não prestam, desejo que aceitem minha observação com muito respeito e atenção: um homem, por mais “escroto” que seja, quando percebe que perdeu uma mulher digna, sempre se sentirá mal por isso. Por terem desperdiçado uma grande chance de encontrarem uma mulher sincera e que o respeitava. Não se enganem; há muitos homens que acreditam no sentimento verdadeiro e muitos outros, que querem agir como homens com vocês. Onde há o respeito, a sinceridade e o diálogo aberto, há, com certeza, o amor sadio.

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Sem mais, Sir Ares.

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Comunidade do Orkut Nessahan Alita:

http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=48505910

===================================================Símia Zen.

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Written by Símia Zen

17/09/2012 às 03:07

Publicado em Entrevistas

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